Árvore despida
Nesse inverno da vida
Ladeia-te, agora, apenas erva seca
Pelo frio enfraquecida
Espreitas de teus ramos despidos
Sonhos outrora coloridos.
Agora,
Resta-te apenas
A companhia do calor de branca lã
Só para não estares só
Só para para não te sentires mais uma órfã!
Sem comentários:
Enviar um comentário